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LY Arquitectos

ÍNDICE DE SOBERANIA OPERACIONAL · AUTÔNOMA

Descubra o seu lugar
no mundo

Descubra o valor oculto de um território.
O futuro não espera.

Informe qualquer ponto do território e calculamos o quão autônoma essa terra pode ser.

Dados de satélite da NASA POWER, ESA Copernicus, USGS e JRC.

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01Localização Busque uma localidade, insira coordenadas ou toque um ponto no mapa. A partir daí, tudo o que segue —clima, diagnóstico, riscos— é calculado para esse ponto exato.
Ao vivo · agora
Temp.
Irrad.
Umidade
Vento
Chuva
Identidade
Elevação
Classificação climática iKöppen-Geiger: sistema padrão que classifica o clima por temperatura e precipitação (ex. BWk = árido frio, Cfa = temperado úmido).
Fuso horário
Entorno e terreno
Pronto.
02Diagnóstico A resposta, calculada com premissas conservadoras por padrão. Quanto da sua energia, água e alimentação este local cobre —antes de você ajustar qualquer coisa.
%
Autonomia energética iQuanto da sua demanda elétrica os painéis cobrem, em média anual. Mais de 100% significa que você gera excedente. Menos de 100%, precisa complementar.
do seu consumo elétrico, na média anual
Solar
Eólico

Geração solar
Geração eólica
Geração total
Consumo da casa
%
Autonomia hídrica iA chuva que você pode colher do telhado vs. o que o grupo consome, total anual. 100% não significa que a chuva chegue quando você precisa: a sazonalidade define quanto acumular.
do seu consumo de água, total anual
Captação
Demanda

Chuva captável
Consumo da casa
Meses cobertos iQuantos dos 12 meses a chuva colhida do telhado consegue cobrir a demanda do grupo. A sazonalidade define quanto acumular nos meses de superávit.
%
Autonomia alimentar iCalorias anuais do grupo que você pode produzir com a superfície disponível. Cada sistema produtivo habilitado —horta, pomar, galinheiro, aquaponia— soma. Fontes: CIESA/Fernando Pía, USDA, FAO.
das calorias anuais do grupo
Proteínas
%
Carboidratos
%
Gorduras
%

Seu terreno
Horta base iÁrea de horta biointensiva para cobrir as verduras do grupo: ~40 m² por pessoa. É só o primeiro degrau; com mais terreno se somam frutíferas, galinhas, aquaponia e mais.

Cada volta do anel = 100% da necessidade. A cor indica quantas vezes ela cobre: 0–100% 100–200% 200–300% +300%
Independência da rede iQuantos dias por ano, em média, o local se autoabastece de eletricidade com o que os painéis geram. É a medida direta de autonomia: quanto você pode deixar de depender da rede.
Economia elétrica estimada iGeração solar anual × sua tarifa. Estimativa orientativa para dimensionar a ordem de magnitude do retorno; não é aconselhamento financeiro.
por ano, à tarifa indicada
Água a fornecer iQuanta água falta por mês na estação seca, quando a chuva não basta. Não é o tamanho de um tanque único gigante: é o volume a trazer de fora (caminhão, poço) ou a reservar no fosso produtivo. Um tanque razoável de reposição mensal basta.
Complementaridade sol-vento iIndica se o vento sopra mais forte justo quando o sol baixa (complementares, ideal: menos bateria) ou se ambos caem juntos. Medido pela correlação sazonal entre radiação e vento.
03Seu programa Esse é o resultado com premissas conservadoras. Agora ajuste-o à sua vida: quem vai viver neste local e com quais sistemas —painéis, captação de chuva, terreno cultivável. Não é a autonomia abstrata do lugar, é a sua. O veredito é recalculado a cada mudança.

Energia

Geração solar fotovoltaica

Água & solo

Captação pluvial e pegada alimentar
04Os dados O porquê do número: temperatura, chuva, radiação, vento e demanda de climatização, mês a mês. É a base de qualquer decisão de design bioclimático, para quem quiser ir além do veredito.

Disponível em visualização completa. Mudar para visualização completa →

Temp. média anual iMédia da temperatura do ar ao longo do ano (NASA POWER 2001–2020).
Amplitude térmica iDiferença média entre o dia e a noite. Alta amplitude favorece estratégias de inércia térmica (paredes massivas).
Chuva anual iLâmina total de precipitação acumulada no ano (mm). 1 mm = 1 litro por m².
Radiação média iEnergia solar que chega a uma superfície horizontal por dia. Determina o potencial fotovoltaico.
Claridade do céu iProporção da radiação de céu limpo que efetivamente chega. Perto de 1 = céus limpos; baixo = nebulosidade frequente.
Vento médio iVelocidade média do vento a 10 m. Orienta o potencial eólico e as estratégias de ventilação natural.
Inclinação solar ótima iÂngulo de inclinação dos painéis que maximiza a geração anual nesta latitude (NASA POWER). A ferramenta já usa este ótimo no cálculo, sem que você tenha que medir nada.
Conforto passivo iPercentual aproximado de meses cuja temperatura média cai dentro da faixa de conforto (18–26 °C), sem necessidade de aquecimento ou refrigeração mecânica.
Energia % Por que o local dá esse número: radiação solar, potencial eólico, mix de geração e esforço de climatização.

Radiação solar e claridade do céu

Energia solar disponível (kWh/m²/dia) e clareza do céu — determina o potencial fotovoltaico.

Potencial eólico iVelocidade média do vento a 50 m de altura (NASA POWER), onde costuma ficar um aerogerador pequeno. A linha de referência marca ~5 m/s: acima, o vento complementa o solar (verde); abaixo, não basta para gerar de forma útil (cinza).

Meses com vento suficiente para complementar a energia solar (limiar ~5 m/s).

Esforço de climatização e energia estimada iGraus-dia: quanto a temperatura se afasta dos 18 °C de conforto, somado por mês. Barras para baixo (azul) = frio a compensar com aquecimento; para cima (quente) = calor a dissipar. À direita, uma estimativa da energia anual de aquecimento para uma casa média bem isolada, em eletricidade, gás e lenha equivalentes.

Quanto o local exige aquecer ou resfriar, mês a mês.

Água % Por que o local dá esse número: climograma do local e balanço hídrico mensal —chuva captada frente à demanda.

Climograma — temperatura e precipitação

Temperatura (°C) e chuva mensal (mm) — a leitura bioclimática básica do local.

Balanço hídrico mensal

Chuva captada vs. demanda do grupo, mês a mês — onde há superávit e onde há déficit.

Alimento % Por que o local dá esse número: quais sistemas produtivos seu terreno habilita —horta, pomar, galinheiro, aquaponia, poço— e quanto cada um contribui, modulado pela favorabilidade climática real do local.

Rendimentos de referência, não garantia de produção: horta biointensiva segundo o método Pía/CIESA (4-9,3 kg/m²/ano, 20 anos de testes), aquaponia segundo o INTA Santa Fe (7-8 kg/m²/ano), galinheiro e curral em escala de quintal familiar. Composição nutricional por categoria ampla (tabelas USDA/FAO), não uma análise dietética do local.

Exposição solar O percurso do sol no céu ao longo do ano, com o horizonte real do terreno sobreposto — não apenas a posição geométrica do sol, mas o que o relevo circundante efetivamente deixa ver.

Disponível em visualização completa. Mudar para visualização completa →

Trajetória solar: geometria padrão (declinação ±23,44° nos solstícios, 0° no equinócio). Horizonte real: perfil do DEM Copernicus em 24 direções, apenas Argentina — fora da cobertura, a trajetória é exibida sem horizonte.

05O que o território vai exigir de você Seis condicionantes reais do local —clima, água, solo, sismicidade— para que o projeto os antecipe, não os ignore. Cada dado tem sua fonte.
Geadas iMeses com temperatura mínima média abaixo de 0 °C (NASA POWER, T2M_MIN). As geadas afetam cultivos, instalações de água e demanda de aquecimento.
Calor extremo iMeses com temperatura máxima média acima de 32 °C (NASA POWER, T2M_MAX). O calor sustentado eleva a demanda de refrigeração e condiciona a materialidade e a ventilação.
Neve provável iMeses com mínima média abaixo de 0 °C e precipitação apreciável: condições para a precipitação cair como neve. É uma probabilidade climática, não um registro de nevadas.
Estresse hídrico iCombina a chuva anual com a umidade do solo (NASA POWER, GWETROOT). Indica quanta pressão há sobre a água: quanto maior o estresse, mais acumulação e mais cuidado no consumo.
Sismicidade iAtividade sísmica histórica em 150 km ao redor, do catálogo do USGS (global e livre): quantidade de sismos M≥4,5 desde 2000 e maior magnitude desde 1950. Condiciona o sistema estrutural.
Aumento do nível do mar (2100) iRisco de o terreno ser afetado pela elevação do nível do mar até 2100. Cruza a altitude do ponto (medida por satélite) com as projeções do IPCC: no cenário alto o mar sobe ~1 m, e até ~2 m com colapso glacial, sem contar marés de tempestade que somam vários metros. Um terreno a poucos metros sobre o nível do mar entra em risco; um em altitude, não.
Lençóis freáticos, qualidade da água potável e inundação detalhada não têm fonte aberta confiável por coordenada. Exigem levantamento hidrogeológico local — parte do trabalho de projeto.
06Estratégia O que fazer com este território: orientações de projeto conforme a família climática do local, e conselhos específicos para sua classificação exata.
07O diagnóstico é o começo, não o projeto Você já viu o veredito, sua causa, o que o local vai exigir de você e como responder. Este é o momento de levá-lo a um projeto real.

Crie sua conta e salve seu diagnóstico

Informe seu e-mail —sem senha— e você entra na ferramenta: salva este território e quantos quiser, compara-os entre si, baixa o relatório em PDF e os dados em CSV, e recebe o diagnóstico completo por e-mail. Um link mágico recupera sua sessão quando você voltar.

Sem senha. Usamos seu e-mail apenas para seu diagnóstico e sua sessão — sem listas, sem spam.

De onde vêm os dados? →
Radiação solar
NASA POWER — climatologia satelital mensal 2001–2020 (CERES/MERRA-2). Irradiância global horizontal (ALLSKY_SFC_SW_DWN) e de céu limpo (CLRSKY), consultadas ao vivo para o ponto. power.larc.nasa.gov
Temperatura e vento
NASA POWER — temperatura média, máxima e mínima (T2M), amplitude térmica, umidade relativa (RH2M) e vento a 10 e 50 m (WS10M/WS50M), mesma série 2001–2020.
Precipitação
NASA POWER — precipitação corrigida (PRECTOTCORR), mesma série 2001–2020. A captação é calculada sobre lâmina média; a sazonalidade real exige dimensionar acumulação.
Condições ao vivo
Open-Meteo — temperatura, irradiância, umidade, vento e chuva do momento. Contexto em tempo real; não é a base do cálculo. open-meteo.com
Classificação climática
Köppen-Geiger — derivada das médias mensais de temperatura e precipitação do próprio ponto, segundo os limiares padrão do sistema.
Geolocalização
Google Maps (mapa e busca) · Open-Meteo (elevação fora da Argentina). Sem novas chaves: reutiliza-se a do site.
Relevo e horizonte solar (Argentina)
Copernicus GLO-30 DEM (ESA/Comisión Europea) — modelo de elevação global, ~250m de resolução efetiva neste local. Permite calcular o horizonte real do terreno (horas de sol no solstício), não apenas orientação da encosta. dataspace.copernicus.eu
Água superficial real (Argentina)
JRC Global Surface Water (Comisión Europea) — ocorrência histórica de água detectada por satélite (Landsat, 1984–presente). Substitui o proxy topográfico por um dado real de onde realmente houve água. global-surface-water.appspot.com
Aumento do nível do mar (2100)
IPCC AR6 (2021) — proyección de aumento del nivel del mar para 2100, ~1m en escenarios de altas emisiones (hasta ~2m considerando colapso glaciar acelerado). Umbrales de la capa "Mar 2125" sobre la elevación del terreno; no modela conectividad hidrológica ni marea de tormenta puntual. ipcc.ch/report/ar6
Cidades e rotas (Argentina)
OpenStreetMap — lugares povoados com população declarada e rede de rotas principais, dados colaborativos verificados pela comunidade. Extrato Geofabrik. openstreetmap.org/copyright
Densidade populacional (Argentina)
GHS-POP (Comisión Europea/JRC) — população estimada por célula de ~1km², modelada combinando censos, edificações detectadas por satélite e sensoriamento remoto (Global Human Settlement Layer, 2025). ghsl.jrc.ec.europa.eu
Cobertura do solo (Argentina)
ESA WorldCover (2021) — classificação satelital de cobertura do solo (Sentinel-2, 10m), agregada a ~80m para esta análise. Distingue floresta, pastagem, cultivo, urbanizado, etc. esa-worldcover.org
Consumo de água
Sphere Project (15 L) · OMS (20 L) · Gleick, P. (1996), "Basic Water Requirements for Human Activities", Water International 21(2): 83–92 (50 L) · média Europa Ocid. (OCDE).
Rendimento de horta biointensiva
Ing. Fernando Pía / CIESA — 20 anos de testes: 600–1.400 kg de hortaliças/ano em 150 m² líquidos de cultivo (4–9,3 kg/m²/ano), com 2 horas diárias de trabalho manual.
Necessidade nutricional diária
FAO / OMS — referência geral adulta: ~2.200 kcal, 55g proteína, 70g gordura, 290g carboidratos por pessoa e dia. Não personalizada por idade, sexo ou atividade física.
Composição nutricional dos alimentos
USDA / FAO — tabelas de composição de alimentos, calculadas na média por categoria ampla (verdura, fruta, ovo, peixe, carne, laticínio) para esta estimativa.
Pressupostos do cálculo →
Solar: geração = irradiância × superfície × eficiência do módulo (20 %) × performance ratio (0,80).
Água: captação = lâmina × superfície do telhado × coeficiente de captação (0,80). 1 mm sobre 1 m² = 1 litro.
Alimentos: cada sistema produtivo habilitado (horta, pomar, galinheiro, aquaponia, curral) contribui com um rendimento de referência em kg/ano, convertido em calorias, proteínas, gorduras e carboidratos (tabelas de composição simplificadas) e comparado com a necessidade anual do grupo (FAO/OMS, ~2.200 kcal/pessoa/dia). O % de calorias é o indicador principal; não garante produção real.
Graus-dia: base de conforto 18 °C. HDD e CDD acumulam-se a partir da temperatura média mensal × dias do mês.
Eólico: estimativa indicativa proporcional ao cubo da velocidade a 50 m; apenas para orientar o mix, não para dimensionar.
Alcance: ordem de magnitude para decisão antecipada. Não substitui projeto executivo nem estudo de solo.
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